Graffiti na Second City | Póvoa de Varzim

Nos últimos dias, uma série de monumentos e espaços urbanos da Póvoa de Varzim passaram por intervenções digitais. A associação Pathos disseminou as imagens desses locais da urbe com mensagens de protesto pelo clima gravados.

A curiosidade reside no facto dos graffiti serem digitais/montagens. Segundo artigo no Público, a ação partiu da “vontade de sensibilizar a comunidade para a importância da conservação ambiental”. Para isso, o coletivo aproveitou o período a seguir às campanhas das autárquicas para “invadir o espaço público”. O graffiti em prol de uma causa ambiental é a forma mais correta de abordar essa questão?

Na obra A cidade em todas as suas formas (2018), o investigador Fábio La Rocca comenta sobre a Second City e a relação cada vez mais intrínseca entre o espaço urbano e a tecnologia. Segundo o autor, novas narrativas urbanas e experiências sensíveis têm sido ativadas e partilhadas através do digital.

As fotografias do protesto estão disponíveis aqui.