Desmascarar o colonialismo português dentro e fora de um contentor

“Em 2019 assinalam-se os 500 anos da circum-navegação de Fernão de Magalhães, descrito nos livros de História como um dos grandes navegadores portugueses. Além de supostamente ter provado que a terra é redonda, foi também pioneiro em várias práticas criminosas, como queimar aldeias de indígenas ou roubar e enclausurar as suas populações, sempre com a Cruz de Cristo ao seu lado, já que destruir as religiões locais também fazia parte da sua “missão civilizadora” (e não, não deu a volta ao mundo como muitas vezes se ensina, pois morreu a meio da viagem).
Nada disto está nos livros de história escolares, apesar de aparecer escrito, ainda que com alguns eufemismos, em relatos das viagens marítimas do século XVI. Mas está na fanzine do NAU!, projecto multidisciplinar desenvolvido pelo Teatro Experimental do Porto (TEP), que até 29 de Julho se dedica a falar sobre as verdades omitidas da expansão-invasão e do colonialismo portugueses, dentro e fora de um contentor estacionado junto à Praia do Homem do Leme, no Porto”. | Texto completo