Arquitectura: uma viagem brutalista pelo Porto

“Betão armado. Muito betão armado. Grandes superfícies envidraçadas, estruturas metálicas despidas de ornamento. Lógica funcionalista. Há muitos elementos que ligam os edifícios do Porto à corrente brutalista e existe um livro, editado por uma livraria portuense, que quer colocá-los em evidência. A Piscina das Marés, de Álvaro Siza Vieira, o Silo Auto, de Alberto José Pessoa e João Abel Manta, e o Edifício Transparente, de Manuel de Solà-Morales e Carlos Prata, são talvez as mais conhecidas das 20 obras – localizadas no Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos –, reunidas no livro Porto Brutalista, publicado pela Circo de Ideias, com edição de Pedro Baía e Magda Seifert.” | Mais Informações