A polêmica dos billboards em Vancouver

Embora a arte pública às vezes possa ser efémera, sete novos billboards de Steven Shearer, encomendados pelo Capture Photography Festival de Vancouver, sobreviveram apenas três dias antes de desaparecer. As imagens capturam pessoas dormindo, mas alguns habitantes associaram-nos a pessoas que pareciam estar mortas.

De acordo com o comunicado curatorial, disponibilizado pelo ArtNet News, as imagens tinham o objetivo de relembrar cenas religiosas de corpos em êxtase, aparentemente flutuando no espaço “libertados dos seus laços terrestres”.

Qual o nível de desconforto que a arte contemporânea está permitida a provocar nas pessoas que se deparam com ela? Esse nível aumenta ou diminui quando essa mesma arte está disponível em espaço público? Quais os diálogos possíveis a partir desse acontecimento?

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